3 de maio de 2012

AS DUAS FACES ( J.G.de Araujo Jorge )




Quando te aperto contra mim,
Quando te beijo,
Percebo que este Amor é assim..
Como uma mistura
de ternura e desejo,
Que não tem fim...


Às vezes, tenho vontade de tomar-te entre as mãos..
Com a humildade e a pureza de um crente..
a desfiar um terço..
Tenho vontade de te embalar docemente,
com esse cuidado de alguém que embalança
Num berço
Uma criança....


E logo após, ímpetos de te Amar..
De te querer e beijar..
Com volúpias de fogo
e carícias de chama..
Como desesperadamente a gente quer
e beija..
uma mulher 
que se ama,
e se deseja..


Mistura
de ternura e desejo..
de mansa ternura,
E desejo violento..
Mistura
de morno carinho
e voluptuoso calor...
Às vezes te quero como uma criança..
Outras vezes, como um louco,
um doente de Amor !



4 comentários:

Arnoldo Pimentel disse...

Um belo poema de amor.Parabéns pela postagem.

Elisa T. Campos disse...

Linda escolha
Poema cheio de amor e sensualidade.
Um lindo domingo prá ti

Beijos

Liliane Moraes disse...

Seus poemas são incríveis, muito obrigado pela visita seja bem vinda aos meus seguidores.
Beijos
http://alguemparaconversa.blogspot.com.br/

Geraldo Mendes disse...

"Tudo é dor, e toda dor vem do desejo de não sentirmos dor..."

Há braços...

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